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Impulso: um inimigo das finanças pessoais

Impulso: um inimigo das finanças pessoais

É difícil imaginar alguém que nunca tenha comprado por impulso. Condições de pagamento aparentemente atrativas, publicidade impactante, influência de terceiros ou uma busca menos eficiente na hora de escolher o produto podem contribuir para que a tomada de decisão aconteça de maneira precipitada.  – o que pode, literalmente, sair muito caro.

Nessas situações, o mais comum é utilizarmos as ofertas de crédito disponíveis, sem pensar em todas as consequências no futuro. De acordo com pesquisa publicada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em maio de 2018, 60% dos consumidores optaram pelo crédito na hora de fazer compras por impulso.

O levantamento aponta que roupas, calçados e acessórios (19%), itens de supermercado (17%), perfumes e cosméticos (14%) e idas a bares e restaurantes (13%) figuraram entre os produtos e serviços mais consumidos por quem gasta sem planejar. Também em 2018, o SPC publicou novo estudo que trazia um total de 59% dos brasileiros afirmando que fizeram pelo menos uma compra por impulso no mês de fevereiro daquele ano.

Os números retratam bem como o consumo consciente é importante. Compras em excesso ou feitas de maneira não planejada, principalmente os compromissos a prazo, aumentam a chance de endividamento e podem se tornar grandes vilãs da vida financeira.

Confira abaixo cinco passos para que você evite tal prática ou sofra os menores riscos possíveis diante desses casos.

Reflita de forma rápida

Estamos falando sobre compras por impulso, o que pressupõe uma decisão tomada em cima da hora. Mesmo assim, sem gastar muito tempo, você pode fazer alguns questionamentos internos para descobrir se vai valer a pena seguir aquele caminho.

Pense se existem outras despesas mais importantes para o período e se aquela é verdadeiramente urgente; se o que está sendo adquirido, de fato, trará algum ganho para você; e se o preço realmente é o mais vantajoso.

Pesquise, pesquise e pesquise

Para responder ao último questionamento, o melhor caminho é sair em busca de informação. A internet tornou esse processo mais fácil, pela grande oferta e a existência de sites especializados em comparar valores dos mais variados produtos.

É importante também observar opiniões e revisões dos usuários sobre os itens, pois aquilo que o fabricante fala pode não retratar 100% a realidade. Por fim, procure a reputação da marca – física ou eletrônica – que está com aquela oferta. Analisar plataformas como o Reclame Aqui são fundamentais nesses momentos.

Controle as emoções

Comprar é um ato de satisfação. E quando estamos com os ânimos mais aflorados, seja em um momento de tristeza, alegria, raiva ou ansiedade, podemos tomar decisões que acreditamos capazes de amenizar ou potencializar uma sensação.

Nessas situações, recomenda-se então que você controle a vontade e não efetue nenhuma compra, pois há uma grande chance de não ser a melhor decisão.

Defina um orçamento

Se você consegue poupar regularmente e está mais sujeito a fazer compras diante de uma oportunidade, tente estabelecer um valor como o limite mensal para aqueles bens que julgue necessários. Assim, você consegue ter uma margem adaptada à sua realidade que te permitirá não cometer excessos que vão comprometer as finanças.

Fuja do crédito

A última e mais importante dica. Conta não prevista ou não essencial não combina com cartão de crédito. Mesmo um parcelamento com prestações que parecem reduzidas vai gerar um acréscimo nas suas despesas por algum tempo, e quando aparecer um gasto emergencial ou extraordinário o percentual de sua receita já comprometido será menor.

Para mais dicas e conteúdo sobre educação financeira, fique atento às dicas do Blog da BB Previdência. Acompanhe também as nossas páginas nas redes sociais!

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